Tuesday, January 31, 2012

No cure for love, show me the place







show me the place, where you want your slave to go
show me the place, i've forgotten i don't know
show me the place where my head is bend and low
show me the place, where you want your slave to go


show me the place, help me roll away the stone
show me the place, i can't move this thing alone
show me the place where the word became a man
show me the place where the suffering began


the troubles came i saved what i could save
a shred of light, a particle away
but there were chains so i hastened to the hay
there were chains, a lot of chains
like a spade


show me the place, where you want your slave to go


show me the place, i've forgotten i don't know
show me the place, where you want your slave to go


the troubles came i saved what i could save
a shred of light, a particle away
but there were chains so i hastened to the hay
there were chains so i loved you like a slave


show me the place
show me the place
show me the place


show me the place, help me roll away the stone
show me the place, i can't move this thing alone
show me the place where the word became a man
show me the place where the suffering began


Thursday, January 19, 2012

Monday, January 16, 2012

Miss Margaret O'Hara

It must have been something i dreamed last night

10 estratégias manipulação mediática



Noam Chomsky

O sistema controla o indivíduo

A manipulação mediática
Noam Chomsky


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  • 1. Noam Chomsky desenvolveu a lista das "10 estratégias de manipulação” dos princípios sociais e económicos de forma a atrair o apoioinconsciente dos meios de comunicação para a manipulação.
  • 2. 1.- A estratégia da distração:.
  • 3. O elemento primordial do controlo social éa estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e económicas.. A técnica é a do dilúvio ou inundação decontínuas distrações e de informações sem importância.
  • 4. A estratégia da distração é igualmenteindispensável para impedir ao público interessar- se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética.”Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, atraída por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar. (Citação do texto “Armas silenciosas para guerras tranquilas”).
  • 5. 2. Criar problemas e depois oferecer soluções:
  • 6. Este método também é chamado: “problema--> reação--> solução”. Cria-se um problema, uma “situação” previstapara causar certa reação no público, a fim de queeste seja o suplicante das medidas que se deseja fazer aceitar., Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o requerente de leis de segurança e políticas, em prejuízo da liberdade.
  • 7. Ou também: Criar uma crise económica para que o povoaceite como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.
  • 8. 3. A estratégia da gradualidade:
  • 9. Para fazer que se aceite uma medidainadmissível, basta a aplicá-la gradualmente, a conta-gotas, num prazo alargado.Dessa forma, as novas condições impostas, as mudanças radicais são aceites sem provocar revoltas.
  • 10. 4. A estratégia do adiar :
  • 11. Outra maneira de provocar a aceitação de uma decisão impopular é a de apresentá-la como “dolorosa e necessária”, obtendo a aceitaçãopública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é imediato. - Segundo, porque a massa, ingenuamente crê que “amanhã tudo irá melhor” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao cidadão para se acostumar à ideia da mudança e de a aceitar com resignação quando chegar o momento.
  • 12. 5. Dirigir-se ao público como a criaturas de pouca idade: .
  • 13. A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discursos, argumentos, personagens e entoações particularmenteinfantis, muitas vezes a roçar a debilidade, como se o espectador fosse uma criança ou um deficiente mental. Quanto mais se tente procurar enganar o espectador, mais se tende a adotar um tom infantil. Porquê?“Porque dirigir-se a uma pessoa como se tivesse 12 anos ou menos, tenderá, por sugestão, a provocar respostas ou reações mais infantis e desprovidas de sentido crítico”.
  • 14. 6. Utilizar o aspecto emocional muito mais que a reflexão:.
  • 15. Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para curto-circuitar a análise racional, e neutralizar o sentido crítico dos indivíduos.Por outro lado, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconscientepara implantar ou injetar ideias, desejos, medose temores, compulsões, ou induzir determinados comportamentos.
  • 16. 7. Manter o povo na ignorância e na mediocridade:
  • 17. Fazer com que o público seja incapaz decompreender a tecnologia e métodos utilizados para seu controlo e escravidão.“A qualidade da educação dada às classessociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distancia entre estas e as classes altas permaneça inalterada no tempo e seja impossível alcançar uma autêntica igualdade de oportunidades para todos.”
  • 18. 8. Estimular o público a ser complacente com a mediocridade
  • 19. Fazer crer ao povo que está na moda a vulgaridade, a incultura, o ser mal falado ou admirar personagens sem talento oumérito algum, o desprezo pelo intelectual, o exagero do culto ao corpo e adesvalorização do espírito de sacrifício e do esforço pessoal.
  • 20. 9. Reforçar o sentimento de culpa pessoal:
  • 21. Fazer crer ao individuo que ele é o único culpado de sua própria desgraça, porinsuficiência de inteligência, de capacidade, de preparacão ou de esforço.Assim, em lugar de se revoltar contra o sistemaeconómico e social, o indivíduo desvaloriza-se,culpa-se, gerando em si um estado depressivo, que inibe a sua capacidade de reagir E sem reação, não haverá revolução.
  • 22. 10. Conhecer os indivíduos melhordo que eles mesmos se conhecem:
  • 23. Nos últimos 50 anos, os avanços da ciência geraram uma crescente brecha entre os conhecimentos do público e aqueles utilizados pelas elites dominantes.Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o Sistema tem desfrutado de umconhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como psicológica. O Sistema conseguiu conhecer melhor oindivíduo comum do que ele se conhece.
  • 24. Isto significa que, na maioria dos casos, osistema exerce um maior controlo e poder sobre os indivíduos, superior ao que pensam que realmente tem.
  • 25. Medite sobre o que leu!!Será que este conceitoNão estará a ser aplicado entre nós? ou será pura ilusão!!!
  • 26. Noam Chomsky Visões Alternativas Versão e formatação : José Mauro RodriguesReiniciar Sair

Tuesday, January 10, 2012

A Religião do Medo



José María Castillo Sánchez, granadino nascido em 1929, viveu quase toda a sua vida como padre da Companhia de Jesus. Saiu, abandonando também o ministério de padre, para manter a liberdade de pensar. Diz que há um grande medo na Igreja, critica a pressão do Vaticano sobre os teólogos e assume que a Igreja Católica deve voltar a um modelo mais próximo e fiel ao Evangelho de Jesus.
Assegura que não quer uma Igreja paralela nem reinventar a que existe, mas que esta tem de mudar muitas coisas. Por duas vezes, em Outubro último e um ano antes, José María Castillo participou nos colóquios Igreja em Diálogo, promovidos em Valadares pela Sociedade Missionária da Boa Nova e organizados pelo filósofo e teólogo Anselmo Borges. Na apresentação que dele fez em Outubro, Anselmo Borges disse: "É um homem livre."

Thursday, January 05, 2012

Monday, January 02, 2012

Sunday, January 01, 2012

Resistir

...quando tudo nos empurra para o abismo.
Morreu mais um elo. Em breve poderemos nos contar pelos dedos. 
Em breve, Reconhecemos o outro pelo silêncio de uma chamada.
Que isto de morrer também é ficar vivo.